Homem é condenado a mais de 32 anos de prisão por assassinato de policial militar em Cabo Frio
Vitor Santos Maia, conhecido como Vitinho, foi condenado pelo Tribunal do Júri por homicídio, associação criminosa e porte de munições de uso restrito. O crime aconteceu em fevereiro de 2020, quando o PM Luiz Paulo Costa da Silva saía do trabalho.
Um homem identificado como Vitor Santos Maia, conhecido como Vitinho, foi condenado a mais de 32 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do policial militar Luiz Paulo Costa da Silva, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. A condenação foi obtida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Cabo Frio, em julgamento realizado na terça-feira (6).
Além do homicídio, Vitor também foi condenado pelos crimes de associação criminosa e porte de munições de uso restrito.
Policial foi atacado quando saía do trabalho
O crime ocorreu em fevereiro de 2020. Segundo a denúncia apresentada pelo MPRJ, Luiz Paulo Costa da Silva saía do trabalho quando teve o carro interceptado por criminosos, que efetuaram diversos disparos de fuzil contra o veículo.
Além de Vitor, outras quatro pessoas foram denunciadas pelo caso. De acordo com as investigações citadas pelo Ministério Público, os denunciados são apontados como integrantes de uma associação criminosa com atuação no bairro Manoel Corrêa, em Cabo Frio, e ligação com a Penitenciária Gabriel Ferreira de Castilho, localizada em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Júri reconheceu circunstâncias agravantes do homicídio
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente os pedidos apresentados pela Promotoria. Os jurados reconheceram que o homicídio foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.
Também foi reconhecida a circunstância de o crime ter sido praticado contra um policial militar no exercício da função.
Com a decisão do Tribunal do Júri, Vitor Santos Maia recebeu pena superior a 32 anos de prisão, a ser cumprida em regime fechado.
Fonte: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).













